Diário do Manifesto Juridico Sociológico do Povo Lundês

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Denúncias

Estas imagens, representam a prova de Genocídio, ou crime de exterminação, ou matança seletiva, da população de uma etnia. Este, é  conceito jurídico-penal de Genocídio.


No caso vertente da Lunda-Tchokwé, mostramos ao Mundo, sobretudo ao TPI, esta prova de Genocídio, contra a População Lundesa, conforme o livro do Sr. jornalistas Rafael Marques, segundo o Título ," Diamantes de Sangue"


Eu, pessoalmente, aos 16 de Outubro de 2008, levei estas provas ao Sr. PR de Angola, mas como ele prefere que aquele povo acabe, para ser substituído por estrangeiros, ou, Balubas, Babatelas, Luluas, Capendes e alguns que não são Lundenses Genuínos, não ligou absolutamente nada, e até a este preciso momento o Genocídio mantêm-se, é a causa Nº01 da abertura das fronteiras sem controlo nenhum e, o recenseamento, destes mesmos Estrangeiros que estão sendo oferecidos a Nacionalidade Lundesa.


Explicamos á Público, que um Cidadão só pode adquirir a Nacionalidade, segundo o Tempo Estabelecido na Lei, e não, Entra hoje, e amanha é logo Cidadão de um Determinado País. 


O Genocídio, é composto, por dois elementos constitutivos:

Eliminação física de forma sanguinolenta, e eliminação física através de criação intencional de obstáculos que colocam uma etnia na situação permanente de pobreza e miséria, dificultando o nascimento, o Crescimento e o Desenvolvimento, com o único fim de acabar com uma Determinada etnia.


Estes crânios, correspondem á eliminação física. Como este método provoca muito repúdio Internacional, o Governo Angolano, adotou o outro método de eliminação silenciosa, segundo as fotografias da destruição do Parque Industrial ou , coração económico da Lunda-Tchokwé, aqui publicadas, conforme se vê nas fotografias a seguir, pelo que, aconselhamos a entrarem na  nossa Biblioteca para lá poderem obter mais destas imagens Tristes, horríveis e desumanas.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Destruição do Coração económico da Lunda-Tchokwé e o seu povo

Aqui está a prova, da vida Real do povo Lundês, detentor do 2º setor económico do OGE, que NUNCA, beneficiou o seu dono, constituindo assim, o 2º elemento Constitutivo de Genocídio


Para aquele que conheceu o parque industrial, deixado pelos nossos aliados Portugueses, agora se os mesmos voltarem, é só chorar.


Estas imagens, apenas são do Lucapa e Calonda, em posse do TPI.


Explicamos que, quando o Governo Português deixou a Lunda-Tchowé totalmente a brilhar, ou Intacta, tinha 150 MINAS ATIVAS.

São essas as Minas, que os membros do MPLA, transformara-nas nos seus projetos privados, enriquecem ILÍCITAMENTE, á custa da pobreza galopante dos donos naturais.



 
 

 

 
 

calonda

 
 

A Continuação do Genocídio

Este rapaz, foi morto em Calonda, por um dos Comandantes do Exército Privado de nome PECUARIO, afeito ao Sr. Ernesto Muangala, Governador do Dundo.


A Causa nº01, foi apenas pelo facto de ser Filho da Delegada adjunta da MULT(Mulher Unida da Lunda-Tchokwé), do município do Lucapa, organização feminina do Manifesto Jurídico Sociológico do Povo-Lundês, fundada em 2008.



A Continuação do Genocídio

ESTE CIDADÃO É DO PROTECTORADO LUNDA-TCHOKWÉ NASCIDO A 01/08/1969 EM CAUNGULA, COMO O EXECUTIVO ANGOLANO NUNCA CRIOU NENHUM POSTO DE TRABALHO PARA OS LUNDENSES QUE NÃO SÃO MEMBROS DO M.P.L.A., ESTE, ÉRA GARIMPEIRO E FOI MORTO NO DIA 28/04/2013 PELO O SR. DIRECTOR DO PROJECTO I.T.M. DE NOME ASSUNÇÃO JOÃO DE ALMEIDA NATURAL DE BENGUELA. ESTE PROJECTO DENOMINADO I.T.M., SITUA-SE EM CAFUNFO MUNICÍPIO DO CUANGO, E O ASSASSINADO CHAMAVA-SE, VICE MANHONGA. JUNTA-SE NA PROVA Nº 14.





Os Usurpadores ou Tendenciosos do Manifesto Jurídico Sociológico do Povo Lundês(MJSPL)

José Mateus Zecamutchima - Ex- SECRETÁRIO GERAL DO MJSPL

SR JÚNIOR BETINHO - EX- SECRETÁRIO GERAL ADJUNTO DO MJSPL

ARLINDO CARLOS - ESTE SENHOR NÃO PERTENCIA AO MJSPL, MAS SIM TRABALHAVA NO TRIBUNAL DE MENORES.

ALBERTO  KUPUMBU -  EX-SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO E QUADROS DO MJSPL

Domingos Henrique Samujaia - EX - SECRETÁRIO DAS RELAÇÕES PÚBLICAS DO MJSPL



Este " Grupinho", e os demais ás escondidas, de facto pertenciam ao Manifesto, que, encontraram nas suas atividades, ou que, nenhum deles participara na Fundação do Manifesto. Quando, aos 14 de Maio de 2009 o Sr. PR de Angola ordenara o meu rapto, e para que eu fosse morto envenenado, com o único fim de abafar a luta do Povo Lundês, tinha deixado a Direção do Manifesto ao Ex-Meu Vice-Presidente, de nome Manuel Domingos Muatoio, que mais tarde vim a saber que é tio de José Mateus Zecamutchima.


Para o Mundo tomar conhecimento da antiga Organização, era da seguinte forma. Eu, DR. Jota Filipe Malakito, Presidente Fundador do Manifesto e da Ex- sua Comissão de Negociações, Sr. Domingos Muatoio, Ex-Meu Vice-Presidente do Manifesto, o Sr. Arão, Ex- Secretário Executivo do Manifesto, o Alberto Kupumbo, era Secretário de Quadros, o Sr. Gideão Kawele, Ex- Secretário das Relações Internacionais, e o Sr. José F. G. , Secretário para os Assuntos Territoriais.


Agora, perguntem a este grupinho ou ao Sr. Domingos Muatoio, sob Nº telefónico 931 284 624, sendo tio de José Mateus Zecamutchima, como é que o José Mateus Zecamutchima , salta para o posto de Presidente, desde 26 de Agosto de 2010, sem ser sido escolhido por ninguém, já que este antes ocupava o cargo de Secretário Geral??


ALERTA


Alerto, a todos os Lundenses que, o objetivo Nº 1 deste Grupinho, que os levou a tentar usurpar o Manifesto, através da Calúnia Contra o Líder, é o de Alcançar um  PseudoEstatuto, isto é, que o Sr. PR de Angola, os conceda UM qualquer tipo de Estatuto da suposta Autonomia que eles nem sabem especificar, que defenda os 10% das receitas líquidas do Produto Interno Bruto dos recursos Naturais da Lunda-Tchokwé. 


Segundo o Direito, diz que, quem acusa deve apresentar as provas credíveis. Para esta denúncia, convido a todos os interessados para que se dirijam ao arquivo do Jornal " Folha8", para obterem o jornal do dia 06 de Novembro de 2010, sábado, para ver o que consta na página 41.


Mas Contudo, devo esclarecer a todos que, este "grupinho", participou na reunião da 3ª Conferência dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Sustentável, da Região Africana, que ocorreu cá em Luanda nos dias 27 á 29 de Outubro de 2010, onde participaram 60 ativistas cívicos dos países da bacia do Congo e Oceano, isto é, Angola, Congo Brazaville, RDC e o Gabão.


Se o arquivo do " Folha8" estiver destruído, ou se o Jornal esgotou, convidamos a todos os interessados a acederem aos nossos contatos para obterem as cópias do referido Jornal e a referida Página, onde está o desejo oculto ou clandestino destes Fantoches, segundo o MENU- SOMOS NÓS- deste Site, e segundo a História do Manifesto, que deve ser também encontrada no MENU- HISTÓRIA- deste Site.


De resto, o " Blá-Blá-blá" destes "fantoches sem saída, ou encurralados", apenas estão á espera do resultado do trabalho Científico do Manifesto junto ao TPI.


Pensem naquilo que nós vos dizemos. 


Se tiverem a paciência de pesquisar as páginas deste "grupinho", onde se intitulam  por Presidentes do Suposto Movimento do Protetorado Lunda-Tchokwé, falam sempre do Trabalho de 2007, e, simulam a Sigla de MPLT( Movimento do Protetorado Lunda-Tchokwé), apenas eliminando o " C ", o " J" e o " S", da antiga denominação de CMJSPL ,mas, não publicaram a história da Fundação do suposto Movimento do Protetorado Lunda-Tchokwé, facto que representa claramente a tentativa de usurpação, porque se de facto é uma Organização, na lógica do Direito de Autor,o Autor e os Co-autores ou signatários de uma obra, ou qualquer Organização, são obrigados a publicar a História da Organização ou Obra.

Este, é o já referido Jornal, que comprova a intenção maléfica deste grupinho.

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Esta é a prova da Continuação da  Violação dos Direitos dos Membros do Manifesto

Tchessue Mutchipwa, Mutchipwa 

Manifesto, Hakumbakulú



Após a remessa do processo, ou, a interposição do recurso ao TPI, os agentes do Governo, continuam a violar o princípio de caso julgado Absolutório, ou, o famoso " non bis in idem". Nº5 do art. 65 da Constituição Angolana, art 148º do Código de Processo Penal Angolano, e, Art. 20 do Estatuto de Roma que Cria o TPI.


Até uma Criança de apenas 2 anos, foi para a cadeia, durante 4 dias só pelo facto da sua mãe ser do Manifesto.

O Manifesto, não é nenhuma Associação de Malfeitores, porque, o Artigo 177 da Constituição Angolana, fala por si.

Os mandados de Soltura em posse de cada membro, reprovam publicamente, e judicialmente, a queixa da Sra. Administradora Isabel Gregório, e, o seu colega Soba de Sawotcha, decisão judicial que tipifica o crime de abuso de poder praticado  pela Sra. Isabel e o seu colega Soba Sawotcha. Art.291 e 292 do Código Penal Angolano.

 Perguntamos ao Sr. Presidente da República, se com esta absolvição incondicional, quem vai reparar os danos resultantes deste crime de abuso de poder ?? Art.75 da Constituição Angolana.


APELO


Apelamos ao Sr. Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, para que aconselhe todos os Agentes das Várias Administrações do Governo, porque, não é cívico um Governo ter funcionários que desrespeitem a Constituição e as Leis do seu Partido, porque, Sociologicamente aquele que não respeita as normas escritas, para a convivência Urbana, De um simples animal selvagem não passa, porque é somente na selva que existem animais que não respeitam as regras de convivência